Sobre

O Estado de Santa Catarina, conforme as Leis Complementares n° 475/2010, 523/2010 e 571/2012, é formado por 11 Regiões Metropolitanas. São elas: regiões metropolitanas de Florianópolis, do Vale do Itajaí, do Alto Vale do Itajaí, do Norte/Nordeste Catarinense, de Lages, da Foz do Rio Itajaí, Carbonífera, de Tubarão, de Chapecó, do Extremo Oeste e do Contestado

A Região Metropolitana de Florianópolis – RMF foi criada pela Lei Complementar Estadual n.º 162, de 1998, extinta pela Lei Complementar Estadual n.º 381, de 2007, e reinstituída pela Lei Complementar Estadual n.º 495, de 2010. Posteriormente, foi redefinida pela Lei Complementar n.º 636, de 2014, que também instituiu a Superintendência de Desenvolvimento da Região Metropolitana da Grande Florianópolis (SUDERF), autarquia de regime especial com o papel de coordenar os serviços comuns de interesse da região, como transporte coletivo de passageiros, mobilidade urbana e saneamento básico. A SUDERF está vinculada à Secretaria de Estado do Planejamento.

A RMF é constituída pelos municípios de Águas Mornas, Antônio Carlos, Biguaçu, Florianópolis, Palhoça, Santo Amaro da Imperatriz, São José, São Pedro de Alcântara e Governador Celso Ramos.

Mobilidade

Durante 2014 e 2015, o Governo do Estado de Santa Catarina desenvolveu o PLAMUS (Plano de Mobilidade Urbana Sustentável da Grande Florianópolis) em conjunto com os municípios, com apoio técnico e financeiro do BNDES. Os estudos tiveram como objetivo promover a melhoria da mobilidade urbana na região metropolitana de Florianópolis.


relatorios plamus                                             Banner

 

 

Objetivos 

1 - o planejamento regional voltado para o desenvolvimento sustentável, equilibrado e integrado da região, buscando a constante melhoria da qualidade de vida e o bem-estar da população nela compreendida;

- a cooperação entre diferentes níveis de governo, mediante descentralização de recursos, bem como a articulação e integração dos órgãos e das entidades da administração direta e indireta com atuação na RMF, com vistas ao aproveitamento máximo dos recursos públicos a ela destinados;

- a utilização racional do território e dos recursos naturais e culturais, com respeito ao meio ambiente, à sua sustentabilidade e às suas peculiaridades;

- a integração do planejamento e da execução das funções públicas de interesse comum dos entes políticos que constituem a RMF;

- a redução das desigualdades regionais e a melhoria das condições de habitação.

Estrutura organizacional

- Superintendência de Desenvolvimento da RMF da Grande Florianópolis (Suderf)

- Colégio Superior

- Comitê de Desenvolvimento da RMF (Coderf) 

>>> Baixe o edital para seleção de entidades que poderão indicar os membros representantes da sociedade civil organizada junto ao Coderf aqui.

>>> Acesse Ata de Homologação das empresas habilitadas a indicar representantes ao Coderf aqui.

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